O Irã alerta agressores: “Os portões do inferno aguardam vocês”

O Irã alerta agressores: “Os portões do inferno aguardam vocês” O comando operacional mais alto do Irã alertou os EUA e Israel que qualquer ataque à infraestrutura do país abriria os “portões do inferno” para eles. HispanTV 04/04/2025 22:47 O comandante do Quartel-General Central Khatam al-Anbiya do Irã, Major-General Ali Abdolahi. O Major-General Ali Abdolahi, comandante do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, que coordena operações entre o exército iraniano e o Corpo da Guarda da Revolução Islâmica (IRGC), emitiu um severo alerta aos agressores no sábado. “O presidente americano agressivo e belicista, após sofrer repetidas derrotas, colocou em perigo, de forma desesperada, nervosa, desequilibrada e sem sentido, a infraestrutura nacional e os ativos do nosso país“, disse ele, referindo-se aos comentários recentes do presidente dos EUA, Donald Trump. O comandante ressaltou que as Forças Armadas Iranianas cumpriram todos os compromissos assumidos desde o início da última onda de agressão não provocada pelos Estados Unidos e pelo regime israelense contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro. “Desde o início da guerra imposta, cumprimos tudo o que dissemos. O significado simples dessa mensagem é que os portões do inferno serão abertos para eles“, disse ele. Ele alertou que qualquer agressão inimiga desencadearia “ataques devastadores e sustentados” contra toda infraestrutura usada pelo “exército terrorista americano” e pelo regime sionista. O comandante ressaltou a determinação do Irã, declarando: “Nós, as Forças Armadas, nunca hesitaremos por um momento em defender os direitos de nossa nação e salvaguardar nossos ativos nacionais, e colocaremos cada agressor em seu lugar.” Essas declarações ocorreram no âmbito da Operação True Promise 4, uma medida retaliatória que as forças armadas estão implementando em resposta à agressão entre os EUA e o Sionismo. Como parte dessa operação, o exército lançou centenas de mísseis balísticos e hipersônicos, além de drones de ataque, contra alvos estratégicos e sensíveis dos EUA e de Israel em toda a região. Como parte da operação, eles lançaram pelo menos 95 ondas de contra-ataques, algumas delas em coordenação com o movimento Resistência Islâmica do Líbano (Hezbollah) e as Forças Armadas do Iêmen. Adicione o texto do seu título aqui More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anterior Guerra EUA-Israel x IrãHezbollahIêmenIrãIsraelLíbano O Irã alerta agressores: “Os portões do inferno aguardam vocês” 04/04/2026 Fonte militar iraniana: EUA tenta matar piloto desaparecido após perder a esperança e esconde a verdade sobre suposto resgate do segundo piloto 04/04/2026 Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar
Fonte militar iraniana: EUA tenta matar piloto desaparecido após perder a esperança e esconde a verdade sobre suposto resgate do segundo piloto

Fonte militar iraniana: EUA tenta matar piloto desaparecido após perder a esperança e esconde a verdade sobre suposto resgate do segundo piloto Uma fonte militar iraniana, citada pela agência Tasnim, diz que as forças dos EUA estão mirando no piloto ainda desaparecido após perderem a esperança de resgate, enquanto ocultam detalhes importantes sobre o segundo piloto que Washington afirma ter salvo. Quds News 04/04/2025 22:27 F-15 Eagle Teerã – Relatos iranianos levantaram sérias dúvidas sobre as alegações dos EUA em relação a um caça abatido, já que uma fonte militar sênior disse à agência Tasnim News que as forças americanas estão tentando matar um piloto desaparecido em vez de resgatá-lo. A fonte disse que as forças americanas perderam a esperança em localizar o piloto e começaram a lançar ataques próximos ao local do acidente. Relatos indicam que caças americanos dispararam três mísseis na área de Kooh-e Siah, próxima ao local onde a aeronave foi abatida. Uma fonte militar iraniana disse que os ataques sugerem uma tentativa de eliminar o piloto para evitar sua captura pelas forças iranianas. A fonte acrescentou que Washington não revelou toda a verdade sobre o incidente. A fonte se recusou a confirmar ou negar relatos sobre a captura de um segundo piloto. No entanto, a fonte ressaltou que as autoridades americanas não foram transparentes sobre o destino do primeiro piloto, que afirmaram ter resgatado. O incidente começou depois que as defesas aéreas iranianas derrubaram um caça americano, identificado por alguns relatos como um F-15 Eagle. A aeronave transportava dois tripulantes, e ambos teriam ejetado antes do acidente. Relatórios dos EUA, citados pela Axios, afirmam que as forças americanas resgataram um tripulante, enquanto o segundo permanece desaparecido. As forças dos EUA lançaram uma intensa missão de busca e resgate em ou próximo a território iraniano. A operação envolve helicópteros, aviões de apoio C-130 Hercules e caças adicionais. confrontos ocorreram entre unidades de resgate dos EUA e forças iranianas durante esses esforços, atingindo pelo menos dois jatos. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anterior F-15 EagleGuerra EUA-Israel x IrãIrã Fonte militar iraniana: EUA tenta matar piloto desaparecido após perder a esperança e esconde a verdade sobre suposto resgate do segundo piloto 04/04/2026 Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos 04/04/2026 Irã autoriza navios do Iraque a passar pelo estreito de Ormuz 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar
Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos

Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos A guerra lançada pelos EUA contra o Irã custou às Forças Armadas americanas até o momento um saldo de 13 mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono na sexta-feira (03/04). Deutschwelle 04/04/2025 16:51 Avião militar dos EUA destruído na Arábia Saudita | AFP Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que reportou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército americano. Sessenta e três feridos são da Marinha, 19 dos Fuzileiros Navais e 36 da Força Aérea. Quanto aos 13 mortos, sete eram do Exército e seis da Força Aérea. Os números divulgados não incluem quaisquer baixas ou ferimentos que possam ter ocorrido ao longo de sexta-feira, quando as forças iranianas abateram dois aviões americanos e alvejaram pelo menos um helicóptero. Um tripulante de um caça F-15 derrubado por Teerã foi resgatado com vida, mas as forças americanas continuam tentando encontrar o segundo tripulante, cujo estado de saúde é desconhecido. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anterior F-15 EagleGuerra EUA-Israel x IrãIrã Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos 04/04/2026 Os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio 04/04/2026 Hungria e Eslováquia pressionam a UE a suspender sanções ao fornecimento de energia da Rússia 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar
Irã autoriza navios do Iraque a passar pelo estreito de Ormuz

Irã autoriza navios do Iraque a passar pelo estreito de Ormuz As forças armadas iranianas anunciaram nesta sábado (04/04) que os navios do Iraque podem passar pelo estreito de Ormuz, a via navegável praticamente bloqueada pelo Irã desde o início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos. Deutschwelle 04/04/2025 06:37 Navios no estreito de Ormuz | Amr Alfiky/REUTERS “Anunciamos que o Iraque, o nosso país irmão, não está sujeito às restrições que impusemos ao estreito de Ormuz e que estas restrições se aplicam apenas aos países inimigos”, disse o porta-voz do comando das forças armadas iranianas, Ebrahim Zolfaghari, citado pela televisão estatal. O estreito de Ormuz é uma passagem estratégica do mercado mundial de petróleo e gás natural. Antes do anúncio das forças armadas iranianas, o presidente dos Estados Unidos disse que o Irã tem “48 horas” para chegar a um acordo ou reabrir o estreito de Ormuz, dizendo que ia “fazer recair “o inferno” sobre o país no golfo Pérsico. “Lembram-se quando dei ao Irã 10 dias para CHEGAR A UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ. O tempo está terminando – 48 horas até que o inferno recaia sobre eles. Glória a DEUS”, escreveu Donald Trump. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anteriorPróxima notícia Estreito de OrmuzEUAGuerra EUA-Israel x IrãIrãIraque Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos 04/04/2026 Irã autoriza navios do Iraque a passar pelo estreito de Ormuz 04/04/2026 Buscas por piloto abatido no Irã entram no segundo dia 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar
Buscas por piloto abatido no Irã entram no segundo dia

Buscas por piloto abatido no Irã entram no segundo dia Forças do Irã e dos Estados Unidos procuram neste sábado (04/04) um tripulante do primeiro caça americano derrubado sobre território iraniano desde o começo da guerra. Deutschwelle 04/04/2025 16:36 Um caça F-15 | Ben Walker/CATERS/SIPA/picture alliance Teerã afirmou que derrubou um caça F-15, e a imprensa americana reportou que forças especiais dos Estados Unidos haviam resgatado um dos tripulantes. As Forças Armadas do Irã também afirmaram ter derrubado um avião americano A-10 sobre as águas do Golfo Pérsico, e veículos dos Estados Unidos indicaram que neste caso o piloto foi resgatado. O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações militares no Oriente Médio, não comentou a perda do F-15, mas a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, comunicou que o presidente Donald Trump estava ciente do ocorrido. Trump afirmou ao canal NBC que a perda do avião não afetaria negociações com o Irã. Um porta-voz do comando operacional central das Forças Armadas iranianas informou que “um caça americano hostil foi atingido e destruído no espaço aéreo do centro do Irã”. Um repórter da TV oficial iraniana anunciou aos moradores da região que, “se capturarem vivos o piloto ou os pilotos inimigos e os entregarem às forças policiais e militares, receberão uma recompensa valiosa”. Os Estados Unidos já reportaram a destruição de vários de seus aviões durante as operações no Irã, mas antes do episódio de sexta-feira, as perdas haviam sido registradas sobre o território de países da região, como Arábia Saudita e Kuwait. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anteriorPróxima notícia EUAF-15 EagleGuerra EUA-Israel x IrãIrã Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos 04/04/2026 Buscas por piloto abatido no Irã entram no segundo dia 04/04/2026 Os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar
Israel confirma morte de soldado por “fogo amigo” no sul do Líbano

Israel confirma morte de soldado por “fogo amigo” no sul do Líbano As Forças de Defesa de Israel (FDI) confirmaram neste sábado (04/04) a morte “por fogo amigo” de um soldado no sul do Líbano, o que eleva para ao menos 11 o número de militares do país mortos desde março neste país vizinho, quando o Hezbollah entrou na guerra que Israel e Estados Unidos iniciaram contra o Irã. EFE 04/04/2025 16:12 Soldados israelenses no Líbano | Jalaa Marey/AFP O soldado foi identificado pelas FDI como Guy Ludar, de 21 anos e natural de Yuvalim, que morreu após ser baleado por engano por outro soldado israelense, segundo uma investigação militar preliminar que situa o ocorrido nesta madrugada na cidade libanesa de Shebaa, onde os militares se preparavam para prender um suspeito de ajudar o Hezbollah. Segundo o comunicado oficial, Ludar caiu “em combate” no sul do Líbano, onde Israel mantém uma invasão terrestre e tem repetido que vai ocupar todo o sul do país até o rio Litani, além de ordenar a destruição de casas libanesas próximas à fronteira e a expulsão de centenas de milhares de pessoas. No Líbano, os ataques aéreos e terrestres de Israel já deixaram mais de 1,4 mil mortos, entre eles 126 crianças, segundo os dados divulgados neste sábado pelo Ministério da Saúde libanês, além de cerca de 4,3 mil feridos. Somente nas últimas 24 horas, os ataques israelenses mataram 54 pessoas e deixaram 156 feridas, indicou o Centro de Operações de Emergência, pertencente ao Ministério da Saúde Pública do Líbano. Além disso, as dezenas de ataques perpetrados no último mês contra alvos de saúde já deixaram 53 profissionais da área mortos e 142 feridos, segundo os últimos dados divulgados pelo departamento. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anteriorPróxima notícia Guerra EUA-Israel x IrãIsraelLíbano Pentágono divulga detalhes sobre baixas dos EUA na guerra: 13 mortos e 365 feridos 04/04/2026 Irã autoriza navios do Iraque a passar pelo estreito de Ormuz 04/04/2026 Buscas por piloto abatido no Irã entram no segundo dia 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar
Os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

Os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio Estes são os acontecimentos mais recentes da guerra no Oriente Médio France Presse 04/04/2025 10:40 Um edifício danificado por um ataque iraniano em Rosh Haayin, Israel, em 4 de abril de 2026 © Jack GUEZ Trump ameaça desatar “inferno” no Irã e lança novo ultimato sobre Ormuz O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste sábado (4), que o Irã tem 48 horas para chegar a um acordo sobre a reabertura do estratégico Estreito de Ormuz ou enfrentará um “inferno”. “Lembrem de quando dei ao Irã dez dias para FECHAR UM ACORDO OU ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ. O tempo está acabando: 48 horas antes que todo o inferno desate sobre eles”, escreveu Trump em sua plataforma, Truth Social, em alusão ao ultimato feito em 26 de março. Explosões sobre Jerusalém após detecção de mísseis iranianos Pelo menos seis explosões foram ouvidas na tarde deste sábado em Jerusalém, após a detecção de novos mísseis disparados a partir do Irã, informaram jornalistas da AFP. Mais cedo, vários lançamentos de mísseis iranianos deixaram cinco feridos em Tel Aviv e no centro de Israel, causando danos materiais, segundo os serviços de emergência israelenses. Washington anuncia detenção de familiares do ex-general iraniano Soleimani O Departamento de Estado americano anunciou que havia detido, nos Estados Unidos, a sobrinha e a sobrinha-neta do general iraniano Qassem Soleimani, morto em 2020 em um ataque com drone ordenado por Donald Trump. Rússia retira 198 trabalhadores da usina nuclear iraniana de Bushehr após ataque A Rússia iniciou a retirada de 198 funcionários da usina nuclear de Bushehr, no Irã, após um novo ataque no sábado, “firmemente” condenado por Moscou, que exige o fim “imediato” dos ataques “contra as instalações nucleares iranianas”. Este ataque dos Estados Unidos e de Israel atingiu a área da usina nuclear de Bushehr, causando a morte de um agente de segurança, mas sem danificar as instalações, informou um meio de comunicação estatal iraniano. Indonésia classifica como “inaceitável” a explosão que feriu três soldados Jacarta classificou como “inaceitável” a explosão que feriu, no Líbano, três capacetes azuis indonésios, enquanto no sábado chegaram ao seu país os corpos de outros três soldados indonésios mortos em território libanês. 30 universidades na mira Os ataques de Israel e dos Estados Unidos atingiram mais de 30 universidades do Irã desde que a guerra estourou em 28 de fevereiro, disse o ministro da Ciência neste sábado. “Até o momento, mais de 30 universidades foram alvo direto” de ataques, declarou Hosein Simai Sarraf à imprensa durante uma visita à Universidade Shahid Beheshti, no norte de Teerã, atacada na sexta-feira. Irã afirma ter atingido navio ligado a Israel A Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico da República Islâmica, afirmou neste sábado ter lançado um ataque com drones no Estreito de Ormuz contra uma embarcação ligada à Israel, que pegou fogo. Ataques a posto fronteiriço entre Irã e Iraque Um ataque dos Estados Unidos e de Israel contra um terminal comercial de um posto fronteiriço entre o Irã e o Iraque matou um homem, informou a agência de notícias Mehr, que cita o vice-governador da província do Cuzistão, Valiollah Hayati. Incêndio em complexo petrolífero no Iraque Um incêndio foi deflagrado pelo ataque de dois drones contra o complexo petrolífero de Burjesia, no sul do Iraque, onde operam empresas estrangeiras, indicou a AFP uma fonte de segurança. Hospital sofre danos no Líbano Um hospital na localidade libanesa de Tiro (sul) foi danificado após dois ataques aéreos israelenses que miraram prédios próximos, com um saldo de 11 feridos, incluindo três socorristas, anunciou o Ministério da Saúde do Líbano. Cinco feridos em ataques a instalação petroquímica iraniana Ataques dos EUA e de Israel contra uma instalação petroquímica no sudoeste do Irã deixaram cinco feridos, informaram agências de notícias locais. Segundo a Fars, o ataque atingiu três empresas do setor. Israel pede evacuação da localidade libanesa de Tiro O Exército israelense voltou a pedir aos moradores de várias zonas da cidade de Tiro, no sul do Líbano, que deixem a área, e advertiu que voltará a atacar o movimento islamista Hezbollah, aliado de Teerã. Explosão em frente à associação cristã pró-Israel nos Países Baixos Uma explosão causou danos mínimos em um centro pró-Israel nos Países Baixos, sem deixar feridos, informou a polícia. More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anterior Os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio 04/04/2026 Hungria e Eslováquia pressionam a UE a suspender sanções ao fornecimento de energia da Rússia 04/04/2026 Pezeshkian pede à comunidade global que julgue qual lado, Irã ou EUA, realmente favorece o diálogo 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar
Hungria e Eslováquia pressionam a UE a suspender sanções ao fornecimento de energia da Rússia

Hungria e Eslováquia pressionam a UE a suspender sanções ao fornecimento de energia da Rússia Viktor Orban disse que Budapeste e Bratislava consideram necessário tomar medidas urgentes para ajudar os países da UE a evitar escassez de matérias-primas e combustíveis, bem como o aumento dos preços da energia TASS 04/04/2025 10:04 © Kirill Kukhmar/TASS BUDAPESTE – Hungria e Eslováquia concordaram em convocar conjuntamente a liderança da União Europeia a levantar restrições ao fornecimento de petróleo e gás russos para a Europa, que enfrenta uma crise energética em meio à situação em torno do Irã e do conflito no Oriente Médio, disse o primeiro-ministro húngaro Viktor Orban após uma ligação telefônica com seu homólogo eslovaco Robert Fico. Ele afirmou que Budapeste e Bratislava consideram necessário tomar medidas urgentes para ajudar os países da UE a evitar a escassez de matérias-primas e combustível, bem como o aumento dos preços da energia. “Exigimos que Bruxelas suspenda imediatamente as sanções e restrições impostas à energia russa”, disse Orbán em um vídeo transmitido pela televisão húngara. Ele também pediu a Bruxelas que obrigue Vladimir Zelensky a “reabrir imediatamente o oleoduto Druzhba”, que está bloqueado pela Ucrânia desde 27 de janeiro. “A economia europeia enfrenta o risco de escassez de energia e, como resultado, aumento dos preços. A ameaça é iminente e só pode ser evitada se a União Europeia reabastecer suas reservas de petróleo e gás de todas as fontes possíveis, em quantidades maiores e o mais rápido possível”, enfatizou o primeiro-ministro húngaro, acrescentando que “cada dia agora conta.” More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anterior EslováquiaHungriaUnião Europeia UE Hungria e Eslováquia pressionam a UE a suspender sanções ao fornecimento de energia da Rússia 04/04/2026 Pezeshkian pede à comunidade global que julgue qual lado, Irã ou EUA, realmente favorece o diálogo 04/04/2026 Outro ataque atinge área próxima à Usina Nuclear Bushehr, no Irã 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar
O ‘novo’ regime do Irã parece muito parecido, só que mais severo

O ‘novo’ regime do Irã parece muito parecido, só que mais severo O presidente dos EUA, Donald Trump, disse esta semana que a nova liderança do Irã é “menos radical e muito mais razoável.” Trump e o Pentágono afirmaram repetidamente que uma mudança de regime aconteceu. Por Lauren Kent | CNN 04/04/2025 07:35 Uma faixa retratando retratos dos falecidos Líderes Supremos do Irã, aiatolá Ali Khamenei e aiatolá Ruhollah Khomeini, com um retrato do novo Líder Supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, no centro, está pendurada em um comício pró-regime em 18 de março. | Morteza Nikoubazl/NurPhoto/Shutterstock) “Se você já procura porque o regime foi dizimado, destruído. Todos estão mortos. O próximo regime está praticamente morto. E no terceiro regime, estamos lidando com pessoas diferentes das que qualquer um já lidou antes. É um grupo totalmente diferente de pessoas”, disse Trump no início desta semana. “Então, eu consideraria isso uma mudança de regime.” Mas o que a maioria dos cientistas políticos e analistas consideraria mudança de regime envolve um poder externo transformando a forma como um país é governado, e não apenas substituindo as pessoas no topo desse sistema. Por definição, mudança de regime é uma mudança sistêmica – algo que ainda não foi visto na República Islâmica, que permanece sob a mesma teocracia autoritária que está em vigor desde a Revolução Iraniana em 1979. Se é que alguma coisa, a guerra deu mais poder às facções militares radicais dentro do complexo sistema de governança iraniana, além de reforçar sentimentos antiamericanos. “Esse regime é mais linha-dura, menos propenso a compromissos e, francamente, mais abertamente ligado ao IRGC (Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica)”, disse Mona Yacoubian, diretora do programa do Oriente Médio do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais. “Vimos a decapitação do líder reinante no Irã na época, mas isso não se traduziu em mudanças dramáticas em relação a quem detém o poder ou sua posição em relação aos Estados Unidos.” Yacoubian alertou que nenhum analista tem conhecimento profundo do funcionamento interno do governo iraniano neste momento. Existem muitos pontos cegos – que até alguns oficiais americanos reconheceram. (É uma questão em aberto se o novo Líder Supremo Mojtaba Khamenei está com boa saúde ou realmente liderando a nação, dado que ele não foi visto ou fotografado desde o início da guerra.) Mas especialistas sabem que o próprio Mojtaba tem fortes laços com o IRGC, que o elevou a essa posição, e por isso ele está mais subordinado aos Guardas Revolucionários do que ao pai. Outras lideranças, como o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, permanecem as mesmas, contrariando as afirmações de Trump. Redobrando a aposta na repressão estatal Analistas também dizem que espera-se que esse regime endurecido redobre a repressão contra seus próprios cidadãos. “Quando o presidente Trump diz que mudou o regime no Irã, ele está certo em certo sentido – ele o transformou em um regime muito mais radical”, disse Ali Vaez, diretor do Projeto Irã do International Crisis Group. “Todos esses indivíduos que agora estão no cargo – o novo conselheiro de segurança nacional, o novo chefe do IRGC, o presidente do parlamento, que ele próprio foi ex-comandante da Guarda Revolucionária – todos estiveram envolvidos extensivamente na repressão doméstica em suas vidas passadas.” O Irã esmagou brutalmente protestos em todo o país em janeiro, atirando em milhares de manifestantes, e o governo realizou pelo menos nove execuções no último mês, algumas delas ligadas aos protestos de inverno. As novas autoridades iranianas estarão alertas contra qualquer forma de levante popular, que Trump defendeu nos primeiros dias da guerra. Eles também ficarão alarmados com a recente série de falhas e vazamentos de inteligência. “Dado o grau de paranoia do regime, acredito que a repressão será muito mais dura do que no passado”, disse Vaez à CNN. “Este é um regime ferido, e se sobreviver, não vai ceder um centímetro à sua população, pelo menos não tão cedo”, disse Vaez. (Ali Vaez, Diretor do Projeto Irã no International Crisis Group) Embora as capacidades militares e as forças navais do Irã tenham sido prejudicadas pelos ataques dos EUA e de Israel, a Guarda Revolucionária ainda mantém o controle tanto sobre as “armas quanto o dinheiro” necessárias para suprimir dissidências internas, segundo Yacoubian. “E eles mantêm os Basij, que são meio que os soldados rasos desse tipo de aparato repressivo”, acrescentou, referindo-se às forças paramilitares que estão sob o IRGC e que desempenharam um papel importante na supressão da dissidência pública. “Eles não viram nenhum tipo de desintegração ou sequer erosão do controle do regime, certamente não em áreas urbanas.” Sem contar que eles não foram danificados o suficiente para dissuadi-los de prosseguir a guerra e afirmar o controle sobre o Estreito de Ormuz. Enquanto isso, o controle rígido das autoridades iranianas sobre o acesso à internet também permanece intacto. O apagão nacional da internet está entrando em seu 36º dia, segundo o monitor de internet Netblocks. Uma censura severa está sendo aplicada aos mecanismos de busca dentro do Irã, com palavras-chave como “guerra” não gerando resultados, segundo um novo relatório do Miaan Group, uma organização sem fins lucrativos que apoia os direitos humanos no Irã. Isso ocorre enquanto o governo avançou na implementação de tecnologias que permitem apenas pessoas com autorização de segurança acessarem a web internacional. “As autoridades iranianas provavelmente continuarão a depender dos mesmos métodos centrais que usam há anos – censura, vigilância, bloqueios seletivos, pressão sobre plataformas, prisões e fechamentos periódicos – mas a trajetória mais ampla aponta para um controle mais severo, centralizado e orientado pela segurança, em vez de simplesmente ‘mais do mesmo’”, disse Amir Rashidi, diretor de direitos digitais e segurança do Grupo Miaan. As prisões de dissidentes também continuaram. Na noite de quarta-feira, a advogada iraniana de direitos humanos Nasrin Sotoudeh foi presa em sua casa pelas forças de segurança, disse sua filha em comunicado na quinta-feira. ‘Nada a perder’ em objetivos nucleares A guerra também provavelmente fortalecerá a determinação do regime em obter uma arma nuclear, dizem especialistas. O ex-Líder Supremo, aiatolá Ali Khamenei, emitiu uma fatwa, uma decisão legal sob a lei islâmica, proibindo uma bomba nuclear.
Pezeshkian pede à comunidade global que julgue qual lado, Irã ou EUA, realmente favorece o diálogo

Pezeshkian pede à comunidade global que julgue qual lado, Irã ou EUA, realmente favorece o diálogo O presidente iraniano Masoud Pezeshkian convidou o mundo a julgar qual lado está envolvido no terrorismo TASS 04/04/2025 06:35 Presidente iraniano Masoud Pezeshkian © Vladimir Smirnov/TASS RABAT – O presidente iraniano Masoud Pezeshkian pediu ao mundo que julgue qual dos dois lados, Teerã ou Washington, realmente favorece conversas para resolver o conflito que assola o Golfo Pérsico. “Assim que eu estava me dirigindo ao povo americano [em uma carta aberta], o chefe do nosso Conselho Estratégico de Política Externa foi alvo de uma tentativa de assassinato, levando ao martírio de sua esposa inocente”, escreveu o líder iraniano em uma postagem no X. Nesse contexto, ele convidou o mundo a julgar “qual lado se engaja no diálogo e na negociação, e qual no terrorismo.” More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Facebook X-twitter Youtube Notícia anteriorPróxima notícia EUAGolfo PérsicoIrã Os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio 04/04/2026 Hungria e Eslováquia pressionam a UE a suspender sanções ao fornecimento de energia da Rússia 04/04/2026 Pezeshkian pede à comunidade global que julgue qual lado, Irã ou EUA, realmente favorece o diálogo 04/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Mensagem Enviar